Escritório FMAA

Type
Corporate
Author
Fernanda Marques
Project Name
Escritório FMAA
Project start date
2011
Project completion date
2011
Location
São Paulo, SP
Area
400m²
Photographer
Miti Sameshima

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Escritório FMAA

Em São Paulo, cidade onde o skyline se revela uma atração a parte a cada anoitecer, a arquiteta Fernanda Marques escolheu uma cobertura no trend bairro de Vila Olímpia, na zona sul, para instalar o seu estúdio de criação. Em sua configuração estrutural, o escritório de 400 m2 foi concluído em 2011. Mas, desde então, segundo ela, continua em pleno amadurecimento.

“Desde o início, gostaria de fazer de meu escritório uma tradução do meu estilo pessoal e de trabalho. Daí, por certo, a manutenção de um enfoque minimalista, presente também na minha casa. Por aqui, cada peça tem sua razão de ser e nada é gratuito”, antecipa Fernanda, que se encarregou pessoalmente da montagem do espaço.

Assim, a distribuição segue regras simples e precisas: de um lado, a diretoria, de outro, as dependências reservadas às diversas equipes de trabalho. Entre elas, as salas reservadas para reuniões, introduzidas por um balcão de atendimento verde-limão, de linhas orgânicas. Projeto da arquiteta, instalado logo na saída do hall de elevadores.

O mobiliário neutro, em composição p&b, enfatiza a linearidade entre os ambientes. Condição só quebrada por um vibrante adesivo, reproduzindo por toda a extensão do corredor principal, um de seus móveis assinados: a estante Geomorph de aço. Da mesma série da mesa de centro da sala da diretoria.

A intenção de aproveitar ao máximo a luz natural e ao mesmo tempo franquear a todos os funcionários um contato permanente com a paisagem, determinaram a abolição total das paredes de alvenaria. Assim, no escritório praticamente não existem divisórias. Somente placas de vidro guarnecidos por persianas motorizadas, que podem isolar as salas quando a privacidade se faz necessária.

Espaço de uso comum, com acesso tanto dos funcionários quanto da direção, um grande terraço de convivência enfatiza os laços com a cidade de São Paulo. O mobiliário mínimo, mistura materiais naturais e industriais, sugerindo uma modalidade de ocupação casual e indiferente, com espaço tanto para uma mesa com base de tronco, de Hugo França como para poltronas Kartell, desenhadas por Phillipe Starck, além das cadeiras de balanço Bubble Chair por Eero Aarnio.

Como desejava a arquiteta, um lugar casual e elegante, pensado para se trabalhar, mas também para se viver. Em relação de plena continuidade.